Medicina humanaNeuroendoscopia
Cirurgia dos dentes, boca, maxilar e face
Otorrinolaringologia
Cirurgia plástica
Anestesia e medicina de emergência
Cirurgia cardíaca e vascular
Cirurgia do tórax e pneumologia
Gastroenterologia
NOTES e procedimentos relacionados
Laparoscopia na cirurgia, ginecologia e urologia
Ginecologia
Urologia
Proctologia
Artroscopia e medicina desportiva
Coluna vertebral
Microscopia
Pediatria
Câmeras, fontes de luz e documentação
Aparelhos
PDD/AF
KARL STORZ OR1™
KARL STORZ ORchestrion®
KARL STORZ-SOLUTIONS
ENDOPROTECT1
Higiene
Assistência e suporte
Publicações Medicina humana
Atualidades da medicina humana
PDD/AF
Com luz azul e endoscópios especiais é possível visualizar durante a examinação aquilo que sob a luz convencional não é visível: o diagnóstico fotodinâmico (PDD) e a técnica de autofluorescência (AF) delimitam de forma muito evidente alterações malignas precoces em relação ao tecido saudável. Para este efeito, uma luz com uma composição espectral especial é introduzida endoscopicamente no corpo, utilizando um sistema de condutores de fibra óptica que funciona praticamente sem perdas.
O elemento essencial da unidade PDD é o sistema C D-Light.
O C D-Light produz a luz de diagnóstico para a caracterização endoscópica dos tecidos. No modo de fluorescência, o tecido maligno e benigno é representado de forma diferente após a instilação de uma substância marcadora fluorescente adequada (fluorescência induzida). Sob a luz estimulante (azul) do sistema C D-LIGHT, as áreas tumorais apresentam uma fluorescência de cor vermelha, enquanto que o tecido normal apresenta uma coloração azulada. As lesões neoplásticas planas, tais como displasias e carcinoma in situ, que podem estar ocultas na mucosa normal ou alterada de forma não específica por inflamações, são, assim, facilmente identificadas, assim como também os pequenos tumores papilares. Com a pura luz branca não é possível atingir uma apresentação diferenciada deste tipo e existe o perigo de não se detectarem precocemente determinadas patologias.
O procedimento de autofluorescência baseia-se no fato de existirem substâncias debaixo da mucosa que, através da luz com um determinado comprimento de onda, são estimuladas e temporariamente colocadas a um nível de energia mais elevado. Esta energia é novamente libertada sob a forma de luz, sendo que esta apresenta um comprimento de onda diferente da luz irradiada. Este fenômeno é designado de autofluorescência, uma vez que nele não participam substâncias oriundas do exterior – as patologias apresentam-se aqui como pontos escuros.
A KARL STORZ colocou no mercado logo em 1995 o primeiro sistema para o diagnóstico fotodinâmico. O sistema é composto por componentes adaptados entre si: a fonte de luz de alto rendimento C D-Light, ópticas especiais e uma endocâmera especialmente fotossensível. O PDD requer a utilização de substâncias marcadoras adequadas e autorizadas.
Com base nas boas experiências, esta técnica foi modificada e, em 1998, foi introduzido no mercado um sistema para a autofluorescência produzida pelos próprios tecidos. A grande vantagem deste sistema é que não são necessárias substâncias marcadoras. O campo de aplicação é o diagnóstico precoce de carcinomas brônquicos.
Outros campos de aplicação da PDD e AF, como a ORL, a neurocirurgia, a laparoscopia, bem como indicações ginecológicas, estão a ser avaliados actualmente e estarão disponíveis no futuro.
O elemento essencial da unidade PDD é o sistema C D-Light.
O C D-Light produz a luz de diagnóstico para a caracterização endoscópica dos tecidos. No modo de fluorescência, o tecido maligno e benigno é representado de forma diferente após a instilação de uma substância marcadora fluorescente adequada (fluorescência induzida). Sob a luz estimulante (azul) do sistema C D-LIGHT, as áreas tumorais apresentam uma fluorescência de cor vermelha, enquanto que o tecido normal apresenta uma coloração azulada. As lesões neoplásticas planas, tais como displasias e carcinoma in situ, que podem estar ocultas na mucosa normal ou alterada de forma não específica por inflamações, são, assim, facilmente identificadas, assim como também os pequenos tumores papilares. Com a pura luz branca não é possível atingir uma apresentação diferenciada deste tipo e existe o perigo de não se detectarem precocemente determinadas patologias.
O procedimento de autofluorescência baseia-se no fato de existirem substâncias debaixo da mucosa que, através da luz com um determinado comprimento de onda, são estimuladas e temporariamente colocadas a um nível de energia mais elevado. Esta energia é novamente libertada sob a forma de luz, sendo que esta apresenta um comprimento de onda diferente da luz irradiada. Este fenômeno é designado de autofluorescência, uma vez que nele não participam substâncias oriundas do exterior – as patologias apresentam-se aqui como pontos escuros.
A KARL STORZ colocou no mercado logo em 1995 o primeiro sistema para o diagnóstico fotodinâmico. O sistema é composto por componentes adaptados entre si: a fonte de luz de alto rendimento C D-Light, ópticas especiais e uma endocâmera especialmente fotossensível. O PDD requer a utilização de substâncias marcadoras adequadas e autorizadas.
Com base nas boas experiências, esta técnica foi modificada e, em 1998, foi introduzido no mercado um sistema para a autofluorescência produzida pelos próprios tecidos. A grande vantagem deste sistema é que não são necessárias substâncias marcadoras. O campo de aplicação é o diagnóstico precoce de carcinomas brônquicos.
Outros campos de aplicação da PDD e AF, como a ORL, a neurocirurgia, a laparoscopia, bem como indicações ginecológicas, estão a ser avaliados actualmente e estarão disponíveis no futuro.